Text preview for : Telepatch - Manual de instrucoes Transceptor portatil FP3020A_1.pdf part of Telepatch FP-3020A Instruction manual for model FP-3020A, containing details, drawings and circuits.



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MANUAL DE INSTRUÇ0ES
RANSCEPTOR PORTATIL FP 3020A
TELF.PATCH




·
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MANUAL DE INTRUÇbES
RANSCEPTOR PORTATIL FP 3020A
TELF.PATCH
SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO LTDA.




TRANSCEPTOR PORTTlL 1&0 MHz - FP3020A
(-E.L_E./:1<.it TCH
JISTEMS {)[ CDl'fUNICACEO L TDA



fNDICE




Apresentação . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . .. . 1

Finalidade e descrição do equipamento . . . . . . . . . . . . . . . . . 2

Norma N° 05/78 "Serviço Limitado'' . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3


Especificações técnicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ó


Descrição dos c o m a ndo s ............................... 10


Acessórios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14


Teoria de o p e ra ç ão . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 E.

Dados de assistência técnica . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . 25


Fluxograma para manutenção . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. . . . . 28




DIAGRAMAS E ESQUEMAS




Diagrama em blocos do FP 3020A . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . 37


Diagrama em blocos do circuito do PLL . . . . . . . . . . . . . . · . . 38


Esquema elétrico do FP 3020A . . . . . . . . . . . . . . . .. . : ..... . 39


Máscara de Componentes . .... . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40


Retrabalhas na M á s car a de Componentes . . . . . . . . . . . . . . . . 41

Layout l a do da solda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . 42



ANEXO: Circuito do I n d i ca dor de Carga de Bateria 12V




LISTA DE COMPONENTES
,,.... r:::-:t.. b. f-:o 11 -r·· e 1---1
...



SISTEhAS DE CDti!JNICAfÃD UDA



APRESENTAÇXO




O Transcept.or Portáti 1 FP 3020A lL'LEP1 rCh' é um equ i péi
mento destinado
a arviços desenvolvido para
em FM com excelente desem
de radiocomunicação
operar nas faixas de VHF, banda alta,
penho e perfonnance .

Vorsli l, de fjc1 J maneJO, prático leve,
T<'1çéics dc-.:'
TE!.El'(TL'fl é idG<'ll p:·<'¦ dê.Ir' :ë1poio :::: opc::-
e o Transceptor
30201'.
anç a o insta 1 açõe:::; industriais no geral .
Porláli l FP
supervisão e ::::
cgur


Dotado de 1Jn1 h tizadores de radiofreqtiência , o Transceptor Portátil FP 3020A
que


f"(."f.{f'1?f'{'h' incorpor·a a m <:i i s a v ci n ç a d a tecnologia uti] iz<'da em 8CjUipa
n1entos de r· adi ocornun i cação, sendo o ün i co tr anscepl.or em sua

clas:::e, com o rn<:iis alto índice de nacionalização do mercado.


Uma srie de acessórios for<'m desenvolvidos visando me 1 hor·
<'²à:pt.ar o Transceplor Portát i 1 FP 3020A rELEP(1 TCf para os mais di
versos sist8mas d0 comunicação e de trabalho, os quais sero
posteriormente abordados neste m anua l .




A utilizaço operaço deste equipamonlo, eslo sujeitos
de de funcionamento do Dentei, de acordo
o

prévia obtenção licença
com o que determina a Porlari<'³ nº 8 4 8 de 18.09.1978 do Ministério
das Comunicações .


A leitura deste ma n u corretamente A reproduço toll ou parei] de
qualquer t i po de informação conlid<:.i neste m a n ua l está proibida pelo
rr o equ i pamento.


direito assegurado no estado de registro e de
propriedade in d ustr i a l os seus s
certificado
estando infratores sujeitos
penalidades previstas na legislação em vigor .


/1 rt."f Ef'/;·n:;·1-1
.. Si<'u·if'e111<'Ä<'v:c de
, {;'0111 n ic."1.ç,'o l.f'da
u nio ;:;e r88pon8cibi-
..


izará nem to pouco cobrirá a garantia de serviços e componentes
uso técnico indevido e/ou a
l
de seus
realização de rep produtos, quando constatar o




A 7LL.CF'1!:it'{'fl Si5f-et11,:.:u-:; de Comunic3ç§o L(d :i.. si;:.· rGsE:r·vê\ o dirE·it..o
de as características sous produtos sem con
..


alterar técnicas de
sulta prévia.




-1 -
-r· .r-:::L... 1:.:-:.·:· P' ;.:)! -.----t__;-: !--t
srsírnAs D[ com1Nrcricso L rnri




1 - F I N A L I D A DE E DESCR I ÇXO DO EQU I P A MENTO



o Transceptor 3020A rELE.P1-:i rei/ é um BqlJ i pamcnt.o
nos modos simplex ou semjduple:.
Portátil FP
roal izar comunjcação
174 :kHz et.cinclo apto <:1
dost1nado

en1 fr·eCji..ência
i rnodulé1d<'¥ né.1 fé.li>·:é.1 de 13E, éJ
operar em sistemas de upervisão e controle, ou em
sistemas que usam repetidores automticos de sinajs ,
patrulhamento,




O rELEI'i'.-i rC// incorpora e i lnF
d8 U.J e:,
Transceptor Portátil FP 3020A r·c111

lransmi220 e rscepço compl0tos, <: operaçào se alterna
conforme o uso do equipamento.


Cl · ecepl.or 1:: ip1'e9ciclo
n FP 3020A
S1Jf'ET-hel.erócl1no de dupla converso.
no Transcept.or Port.át.i l
'/'/::/..t:/'.'(;·({;'h' e:-· do l.ipo prescn-
1..:è1n<'´o cc,rno 1 o
car::: ct.-::rí:=:: ic;;10 ;:.J-\..;;.1
t. ensibi l idadG 8 selel.1vidad8 para
::::
os sinais de r·dio dentro da b.:inda passante .

A
primciril conversão de sinal é feita em 21,4 MHz e a segunda
'.':"><'Â
KEz . llpós i:: gunda convprsão, o sincil é demodulado e íil·
e
::;endo i:.-rn sGgu 1 d <:.o rel. ir· ad <:. um a arnoztr· a d8 sinal , ut. i l i z <::d a no
1
ün1 ;:,

tr· <'ido,
circuito si lenc1ador , e por fim amplificado no eslégio de ud10.

Cl c1rcu1to é o responsável por gerar· os sinais
dE-- 1;1ui_: e:'-.. (JJJ\.:1·,,.°G<) (_: de: IJJWJi.,;--]c, t·st.;,jv(:"!i:_<'
sintetizador ,
rcidic,fre:qUG·11cie:i,- --<..Q c;...:
1
sua freqtincia de operaço. possuindo a capacidade de armazFnar
e;t(· f,4 c<'n<'is .
em




O t.ransm1ssor do
30 20A é compacto e
alto
Transceptor Portátil FP
possui i men t o .
um Opcionalmente uma
r en d ch av e inserida no
faré a reduço de potência do transmissor tornando-o apto
para as comunicações a curta distância.
painel




3020A rELEP/r{'ll 8
fe1t<:l intermédio de tipo Ni-Cd (níquel códmio) d0
A alimentação do Transceptor Portátil
F'P
por baterias do
l2V recarregjveis, propiciando um melhor desempenho e autonomia de
operaç5o do equipamento.


Em com mais de dois a seleção é fe1t.a
de localizada na
l.ransceptores canais
através chavB thumb-wheel, frente do painGl.

A s<:iída do transmissor apresenta impedância de 50 Ohms des
balanceados, sendo usual tipo heliflex
xív,j) ou telt>scéip1ca.
antenas do r; ...

tais como: subtom, scrambler, m icr o fone àe lapela
de
Dispositivbs
com carregador mü
teclado tons para c@cesso telef6nico
alto-falante, baterias, carregador 1tip1 o,
gerador de e oulr·os,
fazem da l i nh a
i'IJ.. Ef'.· rcrt.
parte de acessórios do Transcepor FP 3020A




-2-
·T·· E:.-- 1..... r::.-.-.r:'· A<-:: -r ---;: 1--t
· 11
SISTffsriS D[ COtiUNift.ÇÃD L TDti


2 - NORMA Nº 05/78 n s ERVI ÇO LIMITADOn




2.1 OBJETIVO


Est.a norma t.em por objetivo estabelecer as condlçes para
execução do
a

Serviço Limilado .


.0.1 .2.3
'- . '- DEF'J N JÇôES

O Serviço Limitado destina-se atender interesses individu-
Lii iz::ido::-: de intercomunicação, alravc0s à<.:> rad1ocom\1nic a
que, por·
rnot i vos r·cconhE·c/ :
00::: pelo poder· compet.ent1:?, n'5o possam <:1tend i
dos outra modal idade de sGrviço.
1 sET -

por

est<.,ções nío concorr&nc i
dest.inado d0 na-
é1

pijbl pessoas físicas Jurídica,,
i on <:1 is
ic;::i e-· ao us<> e

e .

SE RV J ÇO é o ser·viço de radiocomunicaço entre pontos
det8rminados .
2.2.1 F IXO :

fixos

é o serviço de raàiocomtmic.<:1ção E"nl.r-.::
·
taçôes estações t.errest.res ou entre .estações móveis .
2.2.2 SERVIÇO MóVEL: es

móveis e



f: TAÇ O TE_R RE S TR E : é a est.açâo do Serviço Móvel não deter·
minadJ izada
2.2.3
a ser u"li l enqu:nto estiver em movimento .

A estação terrestre do Serviço Móvel de n o mi n a - s e Estaço
Marítimo Estação do
2. 2 .3.1
de Ba se, a do Móvel
Serviço C?steira e a

Serviço Móvel Aeronjutico donomJnQ-BG Est.Qção Aeronáutica.

2.2.4 S E RVIÇO LIMITADO INTERIOR: é o executado entre estações na
ciona1 s fixas ou móveis, dentro dos limites da Jurisdição t.er
rit.orial do País .



2.3 CONDJÇ5ES OUTORGA, EXECUÇXO E FISCALIZAÇXO


2. 3. 1 PA R A OUTOBG A ; a compet.ênc i ' par a out.orgar <1 P:,·:p
do Serviço é do Ministério das Comunic a ções e dar
COMPETf'.NC I A
cuço Limitado
se- por ato do Departamento Nacional de Telecomunicações/ DENTEL.

S E R V IÇO ; Limitado
ser executado JUr!d1ca
2.3.2 COMPETNCIA PARA EXECUÇXO DO o Serviço
por pessoa física nacional, na forma do
disposto nesta Norma.
ou




- 3-
7 ... .f7:.- L... E::.. r:ro 1(1 ..,.... t::-:1-1
SISTEMS DE CüfUNICflf:nD L TDri



2.3.3 COMPETNClA PARA FlSCALIZAÇXO: a fiscalização do Serviço
Li m ita do será pe l o
e
Obrigações contraídas
exercida DENTEL no que disser respeito ob
Leis, Regulamentos,
executantes dos serviços, em
serv5ncia das Norm a s
pelos decorrênc1a do ato de outorga.


FUNCIONAMENTO; pa1·a cada estação do sistema
aprovado, ser emitida pelo DENTEL uma licença de Funcionamento que
2.3.4 LICENÇA DE


habi l il.ará o oul.org<'¤do a inic 1 <..1r o func1011<.irnGnLo dcss: usl.;:içio .

2.3.4.1 O DENTEL realizar. period1carnente, a fiscal 1zaço du es-

t. açê;0::b.

2.3.4.2 A Licença de F'i..incionélrne11to di:: célcA<:1 Pst;:1çio dPVET<Í i:<-:t;;.ir
'
sernpre nas proximidades do respect1vo equipamento, a fim de fac1-
l it.ar os trabalhos de fiscal izaço.

2.4 I NFRAÇôES ADMINISTRATIVAS


2.4. 1 hs penas por infração dest.a norma so;


a) multa;
b) alé 30 ( tr i nta )
c) cassaç.3o .
suspenso dias;



Os outorgados sâo responsáveis <:idminisl.rativ amente pelos
at.oz. do sE.-rviç.o ·r-,or seus Ecmpreg<:1dos, rwe
2.4.1.1
praticados na execuç.ao
posto, ou pesoas que concorram parQ a sua execuço.

2. 4 Na:F: i nfr ;:içêier: E:m qui.. , d ._J u L::. do DENTEL, 11 :\:] ;.;e ._J u ; l. i fie <.ir <.1
2 : o o
1caço
de pena, o infrat or sçrj advertjdo, considerando-se a ad
·



ap l
vertência corno agravante na aplicaço de penas por inoborvncia.

2.4.3 Compete ao DENTEL a aplicação das penas previstas nesta
Norma.


será imposta de infrço comct1d. con
os seguintes fatores:
2.4.4 A pena ac ordo com a

siderando


a) na falta;
antecedentes na entidade faltosa;
gravidade
b)
c) reincidência especff1ca.

2.4.5 A pena de mult a poderá ser aplicada po r infração de qualquer
dispositivo legal ou desta Norma, inclusive:

!) Não cumprir, em prazo estipulado, exigência feita pelo
DENTEL.

JJ) imp:ÿdir, por qu:.;lquET formü, qu;2 o <'1gcntc fi:-::cali:ç.ador
dese m pe n he sua missão.

III> Causar com operação estação
fc1 ·C:11c i <.1 p1·ejud i i outro:::
: i ços de te 1 ecomun i caçõe s .
a de ou equipamento, inter
e <:1 l a <.OTV




-4-
7·· l:.§. lE:· 1r:1· t"· 71"' Ji..',''. i'-·t
· ...



SISTUIÃS DE fühW!C{IÇt:o L mri


I V > Utilizar, determinar ou permi tir, mesmo por negligência,
ut.1 l izaço de estação ou equipamento de telecomunicações
para a prótica de ato atentatório final idade do serviço.
a




V) Transmitir mensagens criptogróficas usando código no
or 1 ZclO
u

p0lo DENTEL ..

VI> expressa, as car a cterfst.1cas
1
i_.í';cn1c::: ::: serviço 01Jdo egtiipamenl.o, de modo ;:: ;_,;

Mod1f1car , sem autorizaço
b<'js1c.<'s1s dei
l<-'j'<.ir lhe a ut.i l J:<:.élç:.Jo uu ;_1 f1nz1l id:Ödn .

2. 4. 5. 1 C.I p;:190m'õ-'nt.o d <:i mt1 i t. <.; no E>:--;oner a o i nf'r cit.or· das oi:>r 1 g:å)-
ç ÕC' s, CUJO dE:>:: ct;mpr i mFnto d<:T:H:m or 1 geni ; pur1 i ç.c'.
1

2.4.ó




I 1) lll. i J 1 z<:1ç.::c'
1 clE cqu 1 p:æ,:2nl.ei:J: C: i ver-:::o::::
· C:c·s ;rJr·c>V iC1Ci;
inst.alações fora das constantes do
C1'iJ

especificaçbes lcnicas
e e i- t.. l f 1 e


III) Eecuço do serviço para o qual no ssl.ó autorizado .

2.4.ó.1 Nos deste item, poderá ser determinada interrupço
do se1·v1ço
casos a

pelo agente fiscalizador do DENTEL.

2.4.7 /', pen<'£ de ca::: : ço
::a poàer-á ser i rnposta nos segu 1 nles cc.:o:::



J) Re1ncid&ncia em infraço anteriormente punida com suspen
si::o.
i

J I) No haver outorgao corrigido, no prazo estipulado,
de
o as

irregularidades rnolivdortis suspenso anler1orrnente 1rn

post:Û.

Antes de dec1d1r da aplicação de qualquer das penal 1ddes
outorgado para exercer o direito
2.4.8
previstas, o DENT E L nol.if'1car6
dias, do rece-
o

de defesa dentro cio prazo de 5 bimvnlu ti<.: ílU\...J, JCê.IÇ<.iO .
contados
' . r· . ".:.'




A rspet.iço falta período decorrido entre o rece
bimeno da i
not.. ficaço tornada de decisão ser considerada como
2.4.8.1 aa no



i "-'.
e a

re 1 nc i àÉ;nc

O prof1ss1onal habilitado que concorrer para qualquer das
irregularidades descritas nesta Norma, incorrer· em falha grave
2.4.9


ao projeto de ua responsabil idde, estQró sujeito à
ou

no tocante
p<':vte do :jini st.ér i o das Comlin i caçêíes Junto
Conselho de Agronomia CREA, parQ as me
represent. a ç;o por cio

Engsnharia, Arquil.euro
didas de sua compet&ncia.
G




-5-
-,.-· r:. t...... r:.· r= li···· ..,. ... 1r:.· 1-t
SJSTUiS DE CD/iVl/ICACZO L TDA

2. 4 .10 No8 termos da legislação em v j g or , constitui cr j m e , punível
c om a p e n a de detenção de 1 a 2 anos, aumentada da me t a de se houver
dcino a terceiros, a instalação ou utilização de telecomunicações
sem observãncia do disposto em lei e nesta Norma.




3 - ESPEClFICAÇBES TÉCNICAS



3. 1 GERAIS



3.1.1 Faixa de freqüências;


De 13& a 174 MHz


3.1.2 Modo de o p eraç ão :


Semiduplex ou simplex

3 .1.3 N ú me r o de canais:




3.1.4 Separação entre c anai s:


25 KHz

3.1.5 Geração de freqüência6:

Através de sintetizador




Através da memóri a PROM.

3.1.7 Tol er ância de fr eqü ê n cia:

·+ 5 p pm

3.1.8 Alimentação:


Fejta através de bateria de níquel cádmio (Ni-Cd>
com tensão nominal de 12 Vcc e capacidade de 450 mAH.

3 . 1 .9 D ur a ção da carga da bateria:


8 hor·.õis




- & -
... E:· L. E-:.· r" A -1···· t.--:.· t·--1
ISTO'ii'I DE COlfUNICtlÇ!iO L rDtl
S



3 .1.10 D i me n s õe s :

A ltura .. . . .. . . . . .. 185 mm


L:rgur<'¢. . . . . . . . . . . e:f, mm



Pr o f' 1.in d i cl a cl F . . · . . . J7 mm



3.1.11 Pes o :


. . 270 g

Com batc4r la . · . . . . 5b0 q


3.1.12 I mpe d ã ncia de saída/entrada de antena:


50 Ohms (desbalanceados)


3.1.13 Co nect o r de antena:


Tipo TNC fémGa

3.1.14 Faixa de temperatura de operação:

O ºC a +50 °C, refornc1 a 25 ºC.




3.2 TRANSMISSOR


3.2.1 Potência de saída:


1 a 3 W, aJustável.

3.2.2 Cic l o de o pe ra ção

10 - 10 - 80

3.2.3 Toler2ncia de potência de t ransmissão:




3.2.4 Consumo de cor r e n t e :




PT:-'. =
2,2 W: < 5SO rnA


PT;-
= 1 'o t.J ; ·'
" 2E·O rn />,


3.2.5 C l asse de emissã o :


1SK03E.JN




- 7-
r E.:::1... 1::.:..· P' ,ç:f ..,.... e l·-t
· ... ·
SISTE!fAS DE CD!'fUNICACZD L TDA


3.2.& Desvio máximo (pico):

+ 5 KHz, para 100% de modulação com tom de 1 KHz


3.2.7 E m i ssões no essenciais

> 5:, dB abaixo do nível dzi portadora n'do modulada

3. 2.8 Rufdo e zum bido de FM:


> 4O dBp aba 1 >:o do ni 1 do tom ck 1 v
dc-:::: àc
de Ili Q i ou
ve }llz e com 1 o

p 1 eo ::; 1u e nos 3 KHz .

3 . 2. 9 Resp o sta de freqüências de áudio:


1 - :::
: àB , 1 ç. i ci ::_, eu r v <.1 de pré - É' n f é1 se de (, d B I o il. va
300 corn
+ <.1 em re éJ é1 ,

àe <:1 3000 Hz, refe1ênc i ê1 em 1000 11:.-::..

3.2.10 Distorção harmônica de áudio:


< '.:>%, com tom à(' 1 }·Hz e clesv i o de pico de + 3 KHz .

3. 2.11 Separaço m áxim a de canais:


3 MHz
!:°> MHz
3. 2.12 Nfvel de entrada de áudio:


< 55 mVRMG· a 1 KHz para desvio de p ico de 3 KH z .

3.2.13 Antena;


Heliflex flexfvel ou te l escópica, ou mesmo externa, desde
que mantida a imped5ncia.




3.3 RECEPTOR


3.3.1 Potência de sa!da de áudio:


> 500 mW

3.3. 2 Co nsu m o de corrente:


Em n.. 'ccp-;:íu (0,5 W de áudio): < 120 mA


Em repouso (si Jenciado): 5 25 mA




-8-
·-r.. · 1-:::t.... 1:_::_: r=· ,.. -·r· I!..-.-.-.t·--t
: .
SISTEh"HS 0[ COhUNicricio L TD{i


3. 3. 3 Aceite de modula ç ão :



+ 7 KHz


3. 3.4 Rejei ç ão de sinais indesejados:


espr·ios: 70 dB

fr·cqi_ié·nc J 0 1 m:gom: > GO dB

3.3.5 Emissões espúrias conduzidas:

< L7 dBn1

3.3. ó Sensibilidade útil:


12 dB SJNAD: < 0,35 uV

20 dU de Si Jenciamenlo: < 0,50 uV


3.3.7 Selelividade para c an a i s a d j a ce nt e s :

12 dB SINl»D: > GO dB <2 geradores)

20 dB ele Si J.:,rici 1T11Pnlo: > a E'.O clR <1 9e:r·adcw)

3.3.8 Sensibilidade para abertura do silenciador:


< 0,2!:1 uV

3.3.9 Rufdo e z umbid o de FM:


> 45 dBp abaixo do lom de 1 KHz com nível de saída de 250 mW


3.3.10 R e s pos ta de freqUências de áudio:

+2 a -8 dB, em relação curva de dênfase de ó dB/oilava, de
300 a 3000 Hz, com refer·ência em 1000 Hz

3.3.1 1 Distorção harmónica de áudio:


< 5%, com tom de 1 KHz e potência de saída de óudio de 500 mW


3.3.12 Separação máxima de canais:


: :MHz (com especificaçõe:x; '=J'ff<'l1l.idas)

5 MHz (com especificações reduzidas)

3.3.13 Rejei ç ã o de espúrios de intermodula ç ã o :


> SO dB




-9-
-r 1..:-.·.· 1.. 1:::r , r· L 1--t
___ ::.
· -.-:
SIS TEfm45 DE CDhVICtiÇSO L TDti

3 . 3. 1 4 V ar i a ç o d a s e n s i b i l i d a d e c om a freqüên c i a de re cepço :



sem v a r· i a ç ã o num a f a i x a de KHz




4 - DESCR J ÇXO DOS COM A N DOS




VO L U M E L I M IT.




- 3W

o
B AT




4 . 1 Vol u m e


Este com ando l i g a e d e s l i g a o t. r a n s c e p t o r e e s t a b e l e c e o c o n
Lro l u c' v o l u m e J c· n u d i o . O e q u i p a rn e n t o ó 1 i g a d o e a i n t e n s i d a d e d o
s i n a l d e á u d i o i r 1 c o r p o r · a d a a o e q u i p a m e n t o g i r· a n d o o c o m a n d o n o s e n
e



t i d o h o r : i o . E rn s e n t i d o . a n t i · h o r á 1 · i o o b t é rn - s E· o e f e í L o c o n t r á r i o .

4 . 2 Li m i t. a d o r·


E :D: L E'
; com a n el o ·tem a f in a 1 i d ade 1 i m i n <.Ir' o r u í d o d u r <'r1 n l. e a
de e
ausênc i a de s i na i s no receptor . o comando
G i r ando no sent i do
hor á r i o o u d i o d o r e c u p l o r· f i c a r á s i l n c i a cl o C l i i t a d o ) o c o r r 0 n d o
pronun c i amento apen a s q u ando hou ver a p r e s en ç a de men s agens .
E rn s e n t. i d o c o n l i-· á r i o h a v E, r· é'.1 a p r· e s c n ç '-1 d e ru { d o c3 o n c: o m i L a n t e é.t m Êl-·n
o seu



s agem .

O aJusLe d e s t e c o m a n d o é f e 1 ·l. o n o p o n t o l i n 1 i a r · d e b l o q u e i o d e
ó ud i o . C a s o com a n do L o L ei 1 m<: rn l e n o s e n t i d o h o r á' r.: i o
b l o q u e i o r· e c: e p ç ã o d e s i n a i s f r a
o f i que g i r ado
p od e r , e v e n t u a l m e n t. e , h aver o
cos .

1 .3 A.P.F.

Es t e c om m el o ,po s i c i on ad o na l at er a l do t r an s c eptor , perm i te
ao u s u ár i o t. e r u m fác i l acesso e bom m a n e j o . P a r a t. r a n s m i l i r a
111 e n s ci g e m , u rn l e v e t oq u e é o s u f i c a
um
i en t e b a s t. a n d o s o l t. á - ! o dur an t e
recepção .

4 .4 R e d u ç ã o d e Po t ê n c i a

é chave ,
a s i tu
Este d i spos i t i vo opc i on a l , re a l i z ad o a t r avé s de uma
adequ ar
p o s s i b i l i t. an d o
que p o s s i b i l i t. a a potên c i a do tr ansm i s sor c o n f orme
a ç ão d e oper a ç ão , uma r a c i on a l i z a ção do consumo ,
c o n s e q U e n t. e m e n t. e aument ando a autonom i a do equ i p amento .




- 1 0-
·
..'§ ... Eº" L ... r:: r)· i':"t, _,. ... (.: I ·-{
SISTEh/tS DE Cút'/UNIC{.ÇZD L íC{.



4 . 5 Ch a v e Se l e t or a


com m a i s de 1 c an a 1 ,
e q u i p a m e n l. o s são dot ados d e um a c h ave
t r a n s c e p t o r e s c o m a t é 2 c a n ai s , a c h a v e s e l e t o r a , é
Os
s e l e t. o r a . Par a
1 n s e r i d <:1 n o p <'q1 i 1 1 c l d é c o 111 <'\ J 1 d o . O :..; l r · <'t1 11 ::.: c <'¨· p l. u 1 · <'¸ :.:: y u c l. i v c 1 · c· n 1
número ac i m a , de c an a i s de oper a ç ão , u l i l i z a - se u m a ch ave rol al i v
\.i ll l



cl o t. 1 p o l. h umb - w h e e l , i n s E-' r i cl a n é1 p a r t e f r· o n t. a 1 d o l. 1 .. c u µ u c i d ade de se l eº até G 4 c a n a i s .

4. b S i stema I rr ad i ante


c on e c t o r
O u s ado par a o a c op l amen t o da anten a lr a n s c e p -
l c; ;·· 0 s i s L e n; a !:.1 o r; 1 cont acto r1 1 c6 c. 8 n i c o
c om o

d 0 '. i j:-· O T N C , g <'{<'|i - n t i n cl o
c· l é t r· i c o c ci n i b 1 i >< é1 s p e r· cl é:.1 s el e s i n ;-1 1 ::.: .
ao u 1. 1 <:.




4. 7 B ater i a e I n d i c a d or d e C ar g a de B at e r i a

A b a t e r i ci .? u m e o ri J u i 1 t o r11 o d u l a r· , e on t i l u í d a p o r e 6 J u J a ::; d o



N i - Cd a l oj ad a s e m emb a l agem a prov a de v az amento . A b ater i a
f a c i 1 mente subsl i tu í d a , b a s t ci n do a pen a s desenrosc ar p a r· a f u s o
moed a l oc a l i z ado n <.1 b a s e p u :: a r· L ci c: Ci e; c c· ri J <.m t c i
o

el o l. r a n s c p l. o r ,
p a r a f o 1' a d a c ;.1 i x a , s e n e c c :: :, ó r i o , d c s p r c n d ci a l <'¡ rn p a d a b n l c r 1 ci .
E




Qu a n d o o J c d d e b a t e r i a e s t i v e r a c e s o , j n d i c a q u e a l. e n s o el a
b ater i a est á aba j xo do v a l or n o r11 i n a l , h avPn d o n e c e s s i d 21 d e à c<




5 - PROCED I MENTOS DE OPERAÇÃO


A o p e r é1 ç ão p o r l. á t. i 1 F P 3 0 2 0li" rEL E/' / rt'il G- :Z:[ i m -·
m anej o . O presente tóp i co f am i l j ar i = r ó o usu jr i o
d o l r a n s c e p t. o r
p i es e d e f á c il
c o m o s p r· o c e d i m e n t a s b á s i c o s d e o p e r· a ç ã o .



5 .1 Check L i st

5 . 1 .1 Check do R ádio

- V ET i f i Cj tl e !: ; e u r· s ; o d o :.=: e o n t. r o l e s d <= v C > l u m e i l i <:.i cl o r -
deverão g i r ar
e :::
: , n e ,

l i vremen te por toda exlen s o .

- V e r i f i q u e o a c i o n a m e n t o m e c 5 n j c o d o c o m a n d o do A P F , d a n d o
l eve toque na ch ave . A r e s po s t a deve s e r i m e d i a t a a a ç o ,
um

c o n1

u m p e q u e n o d e s l o c a m e n t. o d a c h a v e .




-1 1-
-r t=· L. E:.· r°Y' A -1· ··· ,r:· 1-1
SIS TEh4S DE CD!flJNICriCED L TDA

5. 1 . 2 Ch e c k da An t e n a


- V e r i f i q u e o e s t a d o f í s i c o d a u t i l i z a d o s e j a h e l i c o i d a l , v e r i f i q u e s e n ã o h á r ac h a d u r a s n o
i s o l a n t e , p r ó x i m o a o c o n e c t o r o u e m o u t r a p a r te d a
a n t e n a . A p e n t r a ç o d e águ a o u ou t r o s agen t e s podem v i r a
m ater i l


prej u d i c ar o d e s e m pe n h o do L r a n s m j s sor· .


5 . 1 . 3 Che ck de B ater i a


- Ver 1 f 1 q u e b ater i a e s t á com c ar g a comp l et a . N 0 s l e t i po d e
b ater i a <'.'
p l en a c a r g a , ó c o m u m a '\... p n s a o e s t <.i r u m p o u c o 0 c 1 m a
se a



d o s 1 2 V . V e r i f i q u e o e s l :1 cl o f í s 1 c o d o c o n j u n t o e el o s c c> n t. a t o s
c l ó l r i c o s , e m c a s o d e a n o m a l i a s u b s t i t u a a b n t. e r 1 a .



5 .2 Cu i dad o s c om a Bate r i a


O m anu se i o c or r e t o e certos cu i d ados espec í f i cos , f ;;:1 r i o 1
::: u -


men t ar a v i à a út i l d a b a l. e r 1 a , i n f l u i ndo d i r et omente no tempo
de uso e n a a u t o n o m i a d e o p e r a ç ã o d o t r a n s c epl. or .


-Nun c a d e i xe a bater i a d o t r a n s c e p t or desc arreg ar tot a l mente .


- Ev i t e c arregar